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16 de abril de 2021

Primeiro lote com 1 milhão de vacinas Pfizer deve chegar no dia 29


No total, o país receberá 15,5 milhões de imunizantes da farmacêutica no primeiro semestre O primeiro lote de vacinas da Pfizer tem chegada prevista no Brasil para o dia 29, segundo informações da Globonews. A entrega de 1 milhão de doses do imunizante contra covid-19 deve ocorrer no aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo.

Na quarta-feira, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o governo brasileiro conseguiu antecipar a entrega de 2 milhões de doses. Com isso, a previsão inicial de 13,5 milhões foi superada e o país receberá 15,5 milhões de imunizantes da farmacêutica no primeiro semestre. O lote previsto para chegar dia 29 faz parte das 2 milhões de doses que foram antecipadas

O contrato de compra da vacina da Pfizer, formalizado este ano, prevê a aquisição de 100 milhões de doses. A maior parte deve estar disponível só no segundo semestre.

Frank Augstein/Pool/AP Foto
Fonte: Primeiro lote com 1 milhão de vacinas Pfizer deve chegar no dia 29

16 de abril de 2021

Conselheiro recém-eleito da Petrobras, Marcelo Gasparino renuncia

O executivo havia sido eleito por meio de voto múltiplo na assembleia realizada na última quarta-feira A Petrobras comunicou ao mercado que o conselheiro Marcelo Gasparino renunciou ao cargo na companhia. O executivo havia sido eleito por meio de voto múltiplo na Assembleia Geral Extraordinária (AGE) realizada nesta semana.
De acordo com o comunicado, a carta de renúncia de Gasparino indica a ação como “irregovável e irretratável”, e destaca que o executivo deixa o cargo “para o qual acaba de ser empossado”.
Único candidato indicado pelos acionistas minoritários a conseguir uma vaga no conselho, Gasparino já tinha anunciado que pretendia renunciar, com o objetivo de provocar um novo pleito. Os minoritários contestam o processo eleitoral e Gasparino pediu a suspensão da AGE devido a diferenças de redação nos boletins de voto à distância publicados em inglês e em português.
A Petrobras afirma que o cargo poderá ser preenchido por um substituto eleito pelo conselho de administração até que seja realizada uma nova assembleia geral. Não há obrigatoriedade de convocação de assembleia específica para a eleição.
Fonte: Conselheiro recém-eleito da Petrobras, Marcelo Gasparino renuncia

16 de abril de 2021

Brasil chega a 368.749 mortes por covid-19


Em 24h, foram notificados 3.305 óbitos, segundo o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde O Brasil registrou mais 3.305 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, segundo os dados do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass). O número eleva o total de óbitos provocados pelo novo coronavírus para 368.749.
A média móvel de mortes por dia, considerando o período de uma semana, recuou de 2.917 para 2.862 de quinta para esta sexta-feira.
Os casos confirmados da doença somam 13.832.455 desde o começo da pandemia, segundo o balanço fechado às 18h, sendo 85.774 diagnósticos contabilizados nas últimas 24 horas.
São Paulo é o Estado com mais mortes (87.326) e casos confirmados (2.722.077) de covid-19. Minas Gerais é o segundo Estado com mais casos (1.266.271) e o Rio de Janeiro, o segundo com mais mortes (40.716).
Cemitério Nossa Senhora Aparecida em Manaus, em Amazonas
Michael Dantas / AFP
Fonte: Brasil chega a 368.749 mortes por covid-19

16 de abril de 2021

J.P. Morgan reduz projeção para PIB do Brasil em 2021 e 2022


A instituição financeira revisou suas projeções para o Produto Interno Bruto brasileiro de 3,2% para 2,9% em 2021 e de 2,4% para 2,2% em 2022 O J.P. Morgan revisou suas projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de 3,2% para 2,9% em 2021 e de 2,4% para 2,2% em 2022. Segundo a equipe do banco, o impacto da segunda onda da covid-19 no país sobre a atividade deve ocorrer mais tarde, porém com mais força do que o previsto anteriormente.

“Já esperávamos que o aumento de casos e mortes impactasse a economia, conforme o temor da covid-19 e novas medidas de contenção reduzem a confiança e restringem a atividade por algum tempo. Mas, como as taxas de ocupação das UTIs atingiram sua capacidade em todo o país durante março e início de abril, nossas projeções, provavelmente, estavam subestimando a extensão dessa segunda onda”, escrevem em relatório Cassiana Fernandez e Vinicius Moreira.

O cenário central dos economistas era de contração da atividade, principalmente, no primeiro trimestre, com recuperação ao longo do ano. “No entanto, a mobilidade manteve-se elevada durante os primeiros dois meses do ano, o que provavelmente ajudou a economia a crescer de forma mais robusta no primeiro trimestre, mas também prolongou a propagação do vírus. Agora, parece que a maior parte do impacto negativo deve vir no segundo trimestre, com um impacto maior para o crescimento do PIB”, afirmam.

Trimestres
O J.P. Morgan passou a projetar queda de 0,8% para o PIB no primeiro trimestre, na taxa com ajuste sazonal anualizada, ante previsão anterior de -5,8%. Ao mesmo tempo, rebaixou sua estimativa para o segundo trimestre de expansão de 1,6% para queda de 6%, sempre na métrica com ajuste sazonal anualizada.

Na segunda metade do ano, com expectativa de avanço na vacinação, mas também incerteza elevada e aproximação do ano eleitoral, a equipe diz esperar “uma leve recuperação com um crescimento médio do PIB de 3,5%”. Foi considerando uma transição mais lenta de 2021 para 2022 e condições financeiras mais restritivas que o J.P. Morgan também rebaixou sua projeção de PIB para 2022 em dois décimos.

“Parece que parte da economia aprendeu a se manter operando apesar da pandemia, o que torna essa onda menos severa do que a primeira do ponto de vista do impacto no crescimento do PIB. No entanto, essa segunda onda, provavelmente, não será satisfeita pela mesma reação política”, aponta o relatório, prevendo apenas uma fração do estímulo fiscal do ano passado (7% do PIB) em gastos extras em 2021 (1,2% do PIB).

Selic
Soma-se a isso a percepção de que o Banco Central deve continuar elevando a taxa básica de juros até 5,5%. “Embora a implementação da vacinação e a recuperação global devam ajudar, acreditamos que o ciclo entre a pandemia e o risco de gestão de políticas está restringindo as condições financeiras. Isso, provavelmente, diminui ainda mais o potencial para uma recuperação mais forte e sustentável.”

Em outro relatório, o banco já tinha discutido os fatores que são importantes para a dinâmica da pandemia, como a mobilidade e o ritmo de vacinação, e a possibilidade de uma terceira onda caso a implementação da vacinação não acelerasse e/ou se a mobilidade aumentasse mais cedo do que o recomendado. “Ambos os fatores parecem estar acontecendo neste ponto”, observam os economistas. Eles dizem acreditar, no momento, que isso atrasaria um pouco a recuperação, “mas não levaria a outra queda do PIB no segundo semestre do ano, pois julgamos que o desdobramento da vacinação para idosos está progredindo e as internações na terceira onda devem ser menores, limitando o impacto na confiança”, afirmam.

Fernandez e Moreira reconhecem, no entanto, que os desdobramentos da pandemia são “altamente incertos” e esse é “um grande risco” para o processo de recuperação esperado, pois autoridades de saúde de outros países precisaram implementar medidas de contenção durante novas ondas de casos mesmo que a vacinação tivesse progredido significativamente.

Além disso, afirmam, não está claro como os formuladores de políticas reagiriam, especialmente no lado fiscal, a essa potencial terceira onda, que pode contribuir para condições financeiras mais apertadas devido ao maior risco financeiro. “Outra fonte de incerteza é o potencial desenvolvimento de novas variantes que podem desafiar a eficácia da vacinação”, acrescentam.

Inflação
Apesar do crescimento menor, as previsões para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), também foram revistas. A projeção passou de 4,5% para 5% neste ano, diante de aumentos nos preços dos insumos e da inércia inflacionária. O aumento só não foi maior porque o J.P. Morgan incluiu em sua projeção a aprovação de projeto de lei congelando os preços dos remédios, o que retirou 0,30 ponto percentual da estimativa.

Para 2022, o IPCA foi revisto de 3,5% para 3,7%, devido a uma “inflação reprimida”. “Se a decisão de manter os preços dos medicamentos congelados este ano se confirmar, o que presumimos em nosso cenário base, provavelmente exigirá alguma compensação no próximo ano.” Além disso, ressaltam, outros preços controlados, como passagens de ônibus, devem permanecer anormalmente baixos neste ano, mesmo com o aumento nos preços dos combustíveis.
Fonte: J.P. Morgan reduz projeção para PIB do Brasil em 2021 e 2022

16 de abril de 2021

Commodities: Clima seco no Brasil e petróleo puxam alta do açúcar em NY

Cacau e suco de laranja também subiram nesta sexta; café e algodão fecharam em baixa As cotações do açúcar demerara encerraram a semana em alta na bolsa de Nova York, impulsionadas pelo clima seco nas áreas produtoras do Brasil e pela valorização do petróleo. Os contratos para julho subiram 1,59% (ou 26 pontos) nesta sexta-feira, a 16,57 centavos de dólar por libra-peso. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Fonte: Commodities: Clima seco no Brasil e petróleo puxam alta do açúcar em NY

16 de abril de 2021

Tratar CPI como preparação de impeachment é “exercício de futurologia”, diz Renan


Crítico a Bolsonaro, ele foi indicado pela maioria para assumir a relatoria da comissão Indicado pela maioria para assumir a relatoria da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) adiantou nesta sexta-feira ao Valor PRO que um possível roteiro de trabalhos da CPI se nortearia pelo relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), que investiga omissão do Ministério da Saúde na crise sanitária. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Fonte: Tratar CPI como preparação de impeachment é “exercício de futurologia”, diz Renan

16 de abril de 2021

Azul volta a operar voos para Portugal neste domingo


A decisão da empresa veio com o fim do decreto português, hoje, que suspendia voos entre o país e o Brasil A Azul anunciou, nesta sexta-feira, que voltará a voar para Portugal já no próximo domingo, 18. A decisão da empresa veio com o fim do decreto português, hoje, que suspendia voos entre o país e o Brasil. A retomada será com três voos semanais entre Campinas, no interior de São Paulo, e Lisboa. “Os voos serão cumpridos com a maior aeronave da frota da empresa, o Airbus A330-900neo, que pode transportar até 298 clientes”, disse a empresa, em nota.

A empresa explicou que mesmo com a liberação dos voos regulares e comerciais, as restrições de acesso de não europeus ou não residentes continuam ativas. “Com isso, apenas cidadãos portugueses, da União Europeia ou que tenham residência fixa no país estão aptos a viajar neste momento”.

A empresa destacou ainda que tanto na partida para Lisboa quanto no deslocamento para o Brasil, os passageiros precisam apresentar teste negativo para Covid-19 por meio do exame RT-PCR e terão que fazer quarentena obrigatória de 14 dias em território português.

Azul
Leo Pinheiro/Valor
Fonte: Azul volta a operar voos para Portugal neste domingo

16 de abril de 2021

Wiz amplia parceria em consórcio com Itaú e vai oferecer consignado com Paraná Banco

Com o Itaú, Wiz vai passar a comercializar também consórcio de veículos pesados A Wiz Soluções está expandindo seu portfólio com a comercialização de consórcios de veículos pesados do Itaú. A companhia havia anunciado em fevereiro o acordo com o banco para distribuir produtos de consórcio de veículos leve e agora está ampliando essa parceria.
Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Fonte: Wiz amplia parceria em consórcio com Itaú e vai oferecer consignado com Paraná Banco

16 de abril de 2021

Em NY, Dow Jones e S&P 500 renovam recordes mais uma vez com balanços e dados dos EUA


O Dow Jones fechou em alta de 0,48%, a 34.200,67 pontos, o S&P 500 avançou 0,36%, a 4.185,47 pontos, e o Nasdaq ganhou 0,10%, a 14.052,34 pontos Os índices acionários de Nova York fecharam a sessão desta sexta-feira (16) em alta, levando o Dow Jones e o S&P 500 a mais um recorde, ainda recebendo impulso do otimismo em torno dos balanços corporativos e dos dados econômicos americanos.

O Dow Jones fechou em alta de 0,48%, a 34.200,67 pontos, o S&P 500 avançou 0,36%, a 4.185,47 pontos, e o Nasdaq ganhou 0,10%, a 14.052,34 pontos, ficando a menos de 50 pontos do seu recorde de fechamento.
Destaques

O Morgan Stanley foi o último dos seis maiores bancos americanos a divulgar os seus resultados trimestrais e reportou, hoje, que o seu lucro mais que dobrou no primeiro trimestre, com o lucro de US$ 4,1 bilhões, ou US$ 2,19 por ação, superando com folga a expectativa de consenso, de US$ 1,72.

O Citigroup e o Bank of America reportaram, na quinta (15), balanços melhores do que o esperado, assim como o J.P. Morgan, o Goldman Sachs e o Wells Fargo, na quarta-feira (14), com todos os grandes bancos americanos superando as expectativas de consenso.

Apesar dos bancos terem concluído, nesta sexta, uma das melhores temporadas de balanços já registradas para o segmento, o setor financeiro acumulou ganhos de apenas 0,72% na semana, com as expectativas bastante elevadas já tendo sido precificadas anteriormente. Hoje, o setor fechou a sessão em alta de 0,66%.

As ações de tecnologia, por sua vez, fecharam em queda de 0,03%, mas acumularam ganhos de 1,06% na semana, recebendo suporte das quedas dos rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro americano (Treasuries) ao longo dos últimos dias. O juro da T-note de dez anos fechou a sessão de hoje em alta a 1,59%, de 1,56% do fechamento de ontem, mas ainda segue bem abaixo dos 1,67% do fechamento da sexta-feira passada.

Daniel Morris, estrategista-chefe de mercado do BNP Paribas Asset Management, afirmou à Dow Jones Newswires que a queda dos rendimentos coloca em dúvida alguns aspectos da “estratégia de reflação”, na qual os investidores compraram ações que ganhariam com um surto de inflação e atividade econômica.
Segundo ele, os rendimentos caíram porque o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) começou a convencer os investidores de que não aumentará as taxas de juros para evitar o aumento da inflação, disse Morris. “O Fed vem enviando mensagens sobre isso há algum tempo, mas o mercado finalmente parece estar acreditando.”
Fonte: Em NY, Dow Jones e S&P 500 renovam recordes mais uma vez com balanços e dados dos EUA

16 de abril de 2021

Dólar fecha abaixo de R$ 5,60, com foco em questões fiscais e no exterior


Embora as incertezas fiscais continuem no centro das atenções do mercado, especialmente as relacionadas ao Orçamento, o real encontrou fôlego para terminar a semana em alta ante o dólar O mercado de câmbio voltou a mostrar um comportamento bastante volátil no pregão desta sexta-feira. Após ter operado em alta durante boa parte da manhã, o dólar se firmou em queda no início da tarde. Embora as incertezas fiscais continuem no centro das atenções do mercado, especialmente as relacionadas ao Orçamento, o real encontrou fôlego para terminar a semana em alta ante o dólar, ao obter apoio tanto dos mercados internacionais quanto do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), que se reuniu com participantes do mercado.
O dólar encerrou o pregão desta sexta-feira negociado a R$ 5,5843 no mercado à vista, em queda de 0,71%. Na semana, o recuo da moeda americana foi de 1,59%.
“Apesar da persistência da incerteza fiscal no Brasil, a melhora marginal nos dados da pandemia e, principalmente, os fatores externos positivos sustentaram uma semana favorável aos ativos financeiros”, notam os profissionais da BlueLine Asset Management em relatório. A grande novidade apontada por eles está, justamente, na pausa do rali dos rendimentos dos Treasuries, o que permite uma valorização dos ativos de mercados emergentes. “Até o Brasil, que ainda está longe de apresentar soluções para seus dilemas fiscais, se aproveitou desse rali, trazendo a ‘vantagem’ de estar barato vis-a-vis outros ativos internacionais.”
Os estrategistas Carlos Carranza, George Christou e Gisela Brant, do J.P. Morgan, mantiveram a recomendação neutra em relação ao real, mas ressaltaram que mantêm um viés otimista com a moeda brasileira. Para eles, inclusive, se houver progresso em três pontos (queda nos casos de covid-19; resolução do Orçamento; continuidade das altas de juros) nas próximas semanas, o J.P. terá a oportunidade de melhorar a recomendação para o real para “overweight” (desempenho acima da média do mercado). “Mas, por enquanto, continuamos pacientes.”
O imbróglio em torno do Orçamento continua no foco dos agentes e, não por acaso, o mercado se mostrou atento a sinais dados por Arthur Lira em encontro com alguns investidores nesta sexta-feira. Conforme apurou o Valor, o deputado mostrou otimismo com o andamento das reformas e disse que há expectativas de o presidente Jair Bolsonaro sancionar o Orçamento na íntegra, mas sem estourar o teto de gastos.
Para os profissionais da BlueLine, “o mercado parece assumir a hipótese de que critérios mínimos de responsabilidade fiscal serão preservados na sanção do Orçamento federal na próxima semana”.
Enquanto o dia 22 não chega, o fluxo de capital estrangeiro para emergentes ajudou a deixar o dólar em queda contra o real. Com a pausa no rali dos juros dos Treasuries, a moeda brasileira conseguiu se valorizar, assim como as divisas de alguns pares, como rublo russo, peso mexicano e rupia indiana. “O dólar tem estado mais fraco no mundo ao longo da semana. No Brasil, ainda há um prêmio grande de risco fiscal e político. Hoje, em especial, algum fluxo ou de saída de spot ou de hedge” ajudou no comportamento do câmbio, afirma Dan Kawa, diretor de investimentos da TAG.

Kiyoshi Ota/Bloomberg
Fonte: Dólar fecha abaixo de R$ 5,60, com foco em questões fiscais e no exterior

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